Iniciativa faz parte da Hora do Planeta, adotada em todo o mundo para chamar a atenção para questões energéticas e ambientais

Quem passar pela 706/906 Sul de Brasília neste sábado (22), entre 20h30 e 21h30 vai ver um dos prédios mais icônicos e bem iluminados da capital completamente às escuras. É que a matriz da Casa Thomas Jefferson vai desenvolver uma atividade lúdica e de responsabilidade socioambiental com um grupo de estudantes, em uma importante ação ao participar da Hora do Planeta. Durante o “apagão” programado, os estudantes, com idades entre 6 e 12 anos, vão trabalhar com contornos, sombras, texturas e materiais reciclados, para criar ambientes e cenários e aprender sobre a importância de preservação ambiental.
Orientada por professores, a atividade vai permitir aos estudantes terem experiências sensoriais, explorarem formas e construírem objetos, segundo o coordenador da atividade, Wander Pavão Thomas. Ao final, segundo ele, os participantes da atividade serão orientados sobre o propósito e a necessidade de adotarem hábitos sustentáveis, para preservação do planeta.
A Hora do Planeta é um movimento que tem como objetivo conscientizar indivíduos, empresas e poder público a respeito dos desafios socioambientais da atualidade, como a emergência climática e a perda da biodiversidade, segundo o WWF Brasil, um dos promotores da ação. O movimento foi criado em 2007 em Sydney, na Austrália, com um simples gesto que todos podem fazer em casa ou no trabalho: apagar das luzes por uma hora simultaneamente. No Brasil a Hora do Planeta acontece desde 2009, com o apagar das luzes às 20h30.
Demanda crescente
Em todo o mundo a demanda por energia aumenta a cada ano e o principal desafio dos governos é encontrar fontes renováveis de geração de energia limpa. O Brasil é uma referência mundial, com as hidrelétricas, os parques eólicos e, principalmente, a geração de energia, por meio de paineis solares, uma atividade cada vez mais comum no cotidiano das famílias e empresas.
Em Brasília, a Casa Thomas Jefferson integra o grupo de empresas parceiras do Programa de Eficiência Energética, criado pela então Companhia Energética de Brasília (CEB), em 2021. A Thomas adotou um sistema de geração solar nas unidades Asa Sul, Asa Norte e na ONE School, no Lago Sul.
Além da instalação de placas fotovoltaicas nos prédios das unidades, a Casa Thomas Jefferson também passou por um processo de modernização de equipamentos e instalações elétricas, que, aliado ao efeito das placas fotovoltaicas, gerará uma economia de mais de 400 MWh/ano. Isso equivale a uma redução de 37 toneladas de gases de efeito estufa ao ano ou, ainda, ao plantio anual de 1.805 árvores.